quinta-feira, abril 22, 2010

Para Hildo e Istê


Não pude estar presente num momento tão importante pra essas duas pessoas que me são tão caras, parte valiosíssima do meu tesouro pessoal.
De longe não faltaram bons pensamentos e desejos de felicidade, amor, comunhão e realização. E a vontade de estar perto assim que possível pra poder demonstrar tudo o que sinto e desejo de bom pra esse novo casal.
Parabéns!!!
Essa parte da vida que vocês apenas começaram é muito melhor do que tudo o que vocês já conhecem!

Now that we are close, no more nights morose,
Now that we are one, the beguine has just begun.
Now that we're side by side, the future looks so gay,
Now we are allibied when we say.......

From this moment on, you for me dear
Only two for tea dear, from this moment on,
From this happy day, no more blue songs,
Only whoop dee doo songs,
From this moment on.
For you've got the love I need so much,
Got the skin I love to touch,
Got the arms to hold me tight,
Got the sweet lips to kiss me goodnight,
From this moment on, you and i, babe,
We'll be ridin' high, babe.
Every care is gone, from this moment on.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Setting Forth

Sigo estudando. O resultado negativo no último concurso não abalou minha determinação e, menos ainda, minha vontade. Fez senão esclarecer-me, iluminar-me mesmo, acerca dos passos a dar.
Têm-me questionado sobremaneira acerca dessa escolha tão difícil, da causa de não me abrir a outras opções e de dedicar-me novamente à Psicologia.
A verdade é que é caminho sem volta. Não escolhi "um" concurso. Escolhi "este" concurso específico, por ser condição à carreira específica que pretendo seguir.
Pratiquei por anos a carreira para a qual me formei. Pratiquei com amor, com dedicação, com alegria e entusiasmo, a despeito das muitas e grandes dificuldades a ela intrínsecas. Encontrei muita satisfação nessa prática, mas sempre avistei limites, muros na profissão de psicóloga. Pude estendê-los para mais longe optando pela Psicanálise, ampliá-los consideravelmente. Mas eles estavam presentes e começavam a se aproximar.
Quem me conhece sabe bem: preciso ver o horizonte. Só vivo saudavelmente no espaço aberto. É a infinidade de possibilidades que busco na carreira diplomática. O mundo.
Não. Não acho que seja uma carreira sem limites. Não se trata de tão ingênua busca. Limites, dificuldades, aborrecimentos os há em toda parte, profissão ou meio.
A psicologia e a psicanálise, mais especificamente, me possibilitavam atingir indivíduos. Às vezes pequenos grupos. O que é bom. Acredito no indivíduo e temo que a coletividade é o que estraga o mundo. A vida em sociedade é, ao mesmo tempo, nossa salvação e nossa ruína. O tal "mal necessário".
Meu desafio será defender e representar uma dessas coletividades: o Brasil, a nação e o povo brasileiro, com tudo o que tem de bom e de ruim. Reconheço a enormidade dessa empresa. Reconheço o quanto preciso ser humilde e mudar minha forma de ver as coisas, superar meus preconceitos, meus vícios de pensamento, meus preceitos.
Só peço que acreditem em mim. Tenho a meu lado muitos que bem sei que o fazem quase cegamente. Mas outros há que duvidam da validade de tamanho investimento. Que pensam que seria mais fácil acomodar-me a uma vida mais conhecida, conformada e "normal". Esses me conhecem bem pouco e a eles é que peço: tenham fé. Não só em mim, mas na necessidade de pessoas que se disponham a empenhar-se em tais objetivos, pois não sou a única. O número de candidatos à carreira diplomática mostra quantos acreditam nas possibiliades de um mundo melhor, de mais saúde, mais humanidade, mas ética através da diplomacia, representando um país que, cheio de problemas, vem crescendo cada vez mais no meu conceito, na minha estima e no meu orgulho. A isso voltarei oportunamente - o que tenho aprendido sobre o Brasil.
Por ora, digo que não me arrependo da escolha, não pretendo desistir, não se trata de teimosia. É só que cheguei a um "point of no return". Quem acha que estou me limitando, saiba que estou destruindo muitos muros que comumente nos cercam. Não abro mão de um abrigo confortável e seguro pra onde voltar, mas este já foi construído em bases sólidas. Só não deixarei que ele se torne uma cela.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Happy new year!

Uma explosão nuclear destruiu o mundo que eu conhecia. Passei os últimos meses num abrigo isolado do exterior inóspito, vivendo numa espécie de estado de exceção. O ano de 2009 foi isso: uma desconstrução total e intenso treinamento pra deixar o "vault" e começar uma outra vida.



2010 começa realmente novo. Vai ser preciso aumentar minhas habilidades pra me adaptar e aprender a viver nessa realidade que não conheço. Descobrir recursos e alternativas nesse mundo pós-caos que será a minha vida daqui pra frente.

Tudo novo. Nenhum medo da realidade - só de não ter "skills" suficientes e precisar voltar e recomeçar o treinamento. Mas não saio sozinha, felizmente. Tenho parceiros habilidosos e fortes.



Here we go!

quarta-feira, outubro 28, 2009

Dignos de nota

Tenho postado pouco e, por isso, acumulado comentários. Impossível recapitular tudo, mas há coisas que merecem menção. Não vou comentar detalhadamente cada uma mas, todas elas me foram experiências muito boas!

Iniciando: descobri uma cantora que não é nenhuma revelação, mas eu ainda não conhecia. E foi uma grata descoberta essa belga e seus "Magnificent seven": Lady Lynn. Embora da Bélgica, canta em inglês. Claras influências do jazz e blues, tem uma voz marcante e um trio de metais competente. É pop com som "jazzish". Bem agradável aos ouvidos.

Seguindo: ainda na música, impossível não destacar o recém lançado "Backspacer" do Pearl Jam. Que belo álbum de rock! Não consigo parar de ouvir. Eddie mostra-se um letrista cada vez mais competente, as melodias estão mais maduras e apontam as influências da banda: nota-se guitarras ao estilo The Clash, por exemplo, nota-se o passado grunge bem anos 90, nota-se mesmo a influência da experiência solo de Eddie para a trilha do filme "Into the wild". O álbum é uma síntese da trajetória do Pearl Jam. Inebriante é a melhor palavra para qualificá-lo. E quanto mais se ouve, melhor ele fica.

Também vale mencionar: o álbum "Break up" de Pete Yorn e Scarlett Johansson. As músicas são gostosas de ouvir e a moça tem uma voz aveludada, que soa meio anos 50. Bem agradável.

Passando para as artes visuais em sua mais notável representação - o cinema: Quentin Tarantino mais uma vez acertou a mão. Bastardos Inglorious é diversão pura, com doses bem generosas de sanguinolência (eu não inventei essa palavra). Brad Pitt mais uma vez mostra seu natural talento com sotaques e sua habilidade para fazer humor. O filme é bem tarantinesco: diálogos memoráveis, vigança, sangue, humor, inúmeras referências cinematográficas. Não é seu melhor trabalho, é verdade, mas vale a pena ser visto de qualquer maneira. E ainda tem a trilha. As trilhas de Tarantino... que fantásticas, não? Ouço repetidamente David Bowie gritando "I've been putting out fire with gasoline" nos meus ouvidos nos últimos dias. Se alguém conseguir o álbum, por favor diponibilize-o.

Por último: Vigaristas. Que delícia de história, que produção leve e agradável! Desde a fotografia à direção de arte, passando pelo roteiro, o filme é uma mistura de Amélie Poulin, Peixe Grande, Onze Homens e um Segredo, entre outros. Identifica-se um monte de influências e referências ao longo da história. Cenários maravilhosos, atores fantásticos... é tudo lindo nesse filme. Uma aura de conto de fadas para adultos. Esse Rian Johnson merece nossa atenção. Pelo que sei, é apenas seu segundo longa. Acho que ele se tornará uma espécie de Tim Burton pra mim. Daqueles de quem se aguarda ansiosamente o próximo lançamento.

Por hoje é só. E sigo esperando pelo Alice do Tim Burton, como criança que espera a noite de natal.

segunda-feira, outubro 26, 2009

Contra a poluição sonora e pela paz mental

Abro o Terra e uma das chamadas que leio: "Cantor sertanejo é preso suspeito de tráfico".
SUSPEITO? Essa "classe" nos faz usar substâncias altamente tóxicas de forma passiva há anos!!! Eles produzem e comercializam essas drogas desde que uma viola caiu nas mãos de um sertenejo sem colheita e sem boi pra tocar. Até hoje assistimos gerações inteiras perderem suas faculdades mentais, adotarem comportamentos e vestuários bizarros, tudo provocado pelo uso ativo das drogas. Há até festas onde celebra-se o uso coletivo das substâncias e a ostentação de tais comportamentos.
É passada a hora de as autoridades tomarem providências. As penas para o hediondo crime deveriam, no entanto, ser alternativas: reeducação musical, imersão na cultura urbana e assessoria de guarda-roupa. Com tais medidas, pode ser que os criminosos não reincidam no crime e possam ser efetivamente reinseridos na sociedade.

quarta-feira, outubro 14, 2009

140 caracteres que dominaram o mundo

Ninguém mais manda e-mail, ninguém mais posta em blog. Todo mundo diz: me segue no Twitter.

Não tenho vocação pra stalker. Não vou seguir ninguém em lugar nenhum.

Espero que quem inventou essa porcaria morra com dores lancinantes em 140 pontos do corpo. A intervalos de 140 segundos. Por 140 dias.

segunda-feira, julho 27, 2009

1001 maneiras de ir assombrar o capeta!

Eu adoro listas. De verdade! Aqui mesmo no blog, quantas listas já postei? Mas o que acho legal das listas é a opinião estritamente pessoal nelas embutida, a possibilidade de mudar de idéia, de mudar de lista.
Vocês não acham um saco esse monte de livro, esse monte de lista em revista que tentam impor as X coisas "imperdíveis" ou "definitivas"?
Esses livros que estão sempre entre os best sellers nas livrarias - seção aliás, que passo longe - de 1001 coisas pra se fazer antes de morrer: 1001 lugares pra se visitar, 1001 livros pra ler, filmes pra assistir, vinhos pra beber...
Quantas encarnações serão necessárias pra fazer tudo isso que a gente NÃO PODE deixar de fazer antes de morrer? Quem vai pagar as contas de tanta experiência imperdível? Porque é óbvio que não dá tempo pra trabalhar fazendo essas 1001 coisas.
Tem uma boate aqui em BH, a Velvet Club que já fez 2 edições de uma festa que faz uma gozação dessa ideia "Porque a vida é agora" por trás dessas listas. O nome do evento é "1001 músicas pra dançar antes de morrer". Achei divertida a ideia. Que ir se houver outras edições.
Eu tenho uma sugestão: para de comprar e engolir listas alheias, faça aquelas que têm sentido pra você e vai curtir do seu jeito e no seu tempo. Vai ser muuuuito mais divertido e proveitoso, não acha?

quinta-feira, julho 23, 2009

It´s worhty

Vejam só... uma Alice by Tim Burton! Até vale a pena voltar a postar depois de tanto tempo. Johnny Depp de Chapeleiro Maluco... can´t wait!!!!

terça-feira, maio 26, 2009

Uma pausa

Nem me lembrava dos caminhos para postar por aqui. Não que seja difícil - são apenas dois passos bem simples. É pelo tempo decorrido desde a última postagem.
Por dois motivos voltei aqui hoje: o comentário da Leca no último post (Enhorabuena, chicos!!!!) e um vídeo cujo link encontrei no blog do Saramago, que tenho lido com menos frequência (e o acordo ortográfico eliminou meu problema de não saber onde fica o trema neste teclado!) do que gostaria, mas que procuro colocar em dia sempre que tenho um tempinho.
Quero compartilhar a alegria que é ver esse belo conto infantil do melhor autor vivo, senão o melhor de todos os tempos, transformado nesta bela animação.
Un rato de felicidad para su día: http://flocos.tv/curta/a-flor-mais-grande-do-mundo/

Até um dia!

quinta-feira, abril 23, 2009

Dudu

Presentinho de 4 anos de casados!

And really don´t see...